Max-Min Clube - MG.

No passado dia 12 de Março, Histórias Com Carlitos esteve no Max-Min Clube com a palestra "Banho é Bom". Destinado para colaboradores e Direção do Clube que fica localizado em Montes Claros - MG.

Este trabalho tem continuidade ao projeto de Carlos Moreira e Luiz Henrique Dias cujo objetivo é Intervenções Artísticas nas Empresas. Uma nova forma de falar de motivação, segurança no trabalho e comunicação interpessoal nas organizações.

Gostaria de agradecer aqui o Sr. Gualter Pereira de Oliveira e a Srª. Ione Maria Toledo Pereira de Oliveira pelo acolhimento e visão para o trabalho em grupo... Assim como todos os colaboradores presentes.

Que a ideia do Banho fique com vocês durante muito tempo.

Abraço

Carlos Moreira

Para pensar com Viviane Mosé - Receita pra lavar palavra suja.

Quem não conhece... Viviane Mosé é capixaba e vive no Rio desde 1992. Psicóloga e psicanalista, especialista em “Elaboração e implementação de políticas públicas” pela Universidade Federal do Espírito Santo. Mestra e doutora em filosofia pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. É autora do livro Stela do Patrocínio -Reino dos bichos e dos animais é o meu nome, publicado pela Azougue Editorial e indicado ao prêmio Jabuti de 2002, na categoria psicologia e educação.

Organizou, junto com Chaim Katz e Daniel Kupermam, o livro Beleza, feiúra e psicanálise (Contracapa, 2004). Participou da coletânea de artigos filosóficos, Assim Falou Nietzsche (Sette Letras, UFOP, 1999). Publicou em 2005, sua tese de doutorado, Nietzsche e a grande política da linguagem, pela editora Civilização Brasileira. Escreveu e apresentou, em 2005 e 2006, o quadro Ser ou não ser, no Fantástico, onde trazia temas de filosofia para uma linguagem cotidiana.

Colégio Nossa Senhora de Fátima - Xaxim- Curitiba/PR.

Histórias Com Carlitos esteve nos dias 1 e 2 de Março no Colégio Nossa Senhora de Fátima do Xaxim- Curitiba/ PR.

Com a palestra "Nas Teias da Literatura" voltada para os alunos do 8º e 9º ano. Tendo como parceria Editora SM e Distribuidora Dinâmica.

Buscando um novo olhar entre literatura e arte, um posicionamento diante das teias da vida. Onde propõe o desenvolvimento de conhecimentos não apenas no contexto acadêmico, mas com real significado para a vida através de um trabalho sério que promova o acesso ao saber histórico e cultural produzido pela humanidade, habilitando o aluno para o desenvolvimento suas competências.

Um grande obrigado aos Professores e ao Colégio pela atenção e cuidado.

Carlos Moreira.

Hospital Angelina Caron

Histórias com Carlitos estará de 28/02 a 2/03 com formação dentro do âmbito da Humanização Hospitalar para funcionários e voluntários de saúde dentro do projeto
"Cuidando de Quem Cuida" do Hospital Angelina Caron.

Localizado na Rodovia do Caqui, 1150 - Campina Grande do Sul, PR.

Um hospital com Visão de ser uma instituição de interesse social de excelência e referência nacional e estadual, auto-sustentável, capacitada para atuar nas áreas de saúde, educação, assistência social e pesquisa médico-científica e Missão de Atender plenamente os seus diversos públicos, de forma plena, integral e humanizada, fortalecendo os princípios éticos e compromisso social para propiciar melhor qualidade de vida e desenvolvimento pleno.

Pensando nessa Vissão e Missão que vamos juntos trabalhar em busca do nosso palhaço, nossa arte, o estar presente, ler ambiente e ser agente. Criar um ambiente que encoraja, inspira, liberta a criatividade e imaginação.

"A arte tem enorme poder de aumentar a comunicação e o entendimento, educar e embelezar. A arte facilita a mudança social. A arte cura." - Patch Adams.

Starry Night / A Noite Estrelada - Vincent Van Gogh

Uma das pinturas mais conhecias de Vincente Van Gogh, em animação.
A Noite Estrelada ao contrário de muitas outras de suas obras, foi pintada de memória e não a partir da vista correspondente de uma paisagem, como de costume. Acredita-se que este é o motivo pelo qual ele causa um impacto ao espectador.
Aproveite...

Yun Dong-Jae/ kim Jae-hong - O guarda-chuva verde.

Gosto quando encontro histórias simples, onde cada vez que são trabalhadas descobrimos um mundo de possibilidades.

Em "O guarda-chuva verde" conhecemos Young-i uma menina que vai para escola a pé em uma manhã de chuva. No caminho depara com um mendigo que dorme sentado em meio ao temporal. O livro trata de temas como solidariedade e respeito pelas diferenças.
Editado pela SM.

O autor é Yun Dong-jae nasceu em 1958 em Cheongsong, província de Gyeongbuk, Coreia do Sul, e estudou literatura coreana. Sua poesia retrata o cotidiano das crianças em um mundo desigual, sem deixar de contemplar a esperança.


As ilustrações são feitas por Kim Jae-hong nasceu em 1959 em Eurijeong-bu, província de Gyeonggi, Coreia do Sul. Acredita que " um mundo bom é aquele em que as crianças são felizes" e se empenha em " encontrar a esperança por meio dos desenhos".

José Saramago- Sorriso.

"Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o ato de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contração muscular da boca e dos olhos.

O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no ato de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exatamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.

Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de ceticismo, o amargo e o irônico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.

O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contrações musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frêmito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso".

José Saramago

Happy valentine`s Day / Dia dos Namorados...

Dia 14 de Fevereiro data comemorativa onde celebramos a união amorosa, em dias modernos a demonstração de afetos seja por quem for e da forma que for. No Brasil a data é comemorada dia 12 de Junho e em Portugal também acontecia o mesmo até pouco tempo atrás.

A história de São Valentim é longa passando pelo jejum, a transformação do amor no final da idade média e a luta contra o imperador Cláudio II que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Na busca pela história encontramos várias versões. Encontre a sua depois de ler este texto de Miguel Esteves Cardoso.

Boa leitura!!!



ELOGIO AO AMOR

Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado.

Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavanderia.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.

Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona?
Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?


O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.

O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.

Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir.

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

- Miguel Esteves Cardoso in Expresso


The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore.

Nomeada para um Óscar da Academia, a curta-metragem
"The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore"
é uma alegoria fabulosa sobre o poder curativo dos livros e das suas histórias. É este poder que devolve a cor a uma terra que a tinha perdido.

Inspirada pelo furacão Katrina, pelo actor Buster Keaton, por filmes como "O Mágico de Oz" e "Singin' in the Rain" e por uma óbvia paixão por livros, Morris Lessmore é uma história de pessoas que dedicam as suas vidas aos livros e de livros que retribuem esse favor. Recorrendo a uma variedade de técnicas (miniaturas, animação digital, animação 2D), o premiado autor/ilustrador William Joyce e o co-realizador Brandon Oldenburg apresentam-nos uma nova experiência que nos recorda a magia da era do cinema mudo.

Há situações que não é preciso falar muito, basta ver e desfrutar...

Pablo Neruda

É Proibido

É proibido chorar sem aprender,

Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda.

João e Maria - Chico Buarque de Holanda - Sivuca.

História, música ou os dois… Seja como for aqui está a "Valsinha" que durante anos vem alimentando nossa imaginação. Música sempre cantada pela minha querida Beatriz Quintella que com sua graça e alegria muda tudo por onde passa, deixando tudo um pouco mais feliz.

A Valsinha “João e Maria” foi composta por Sivuca em 1947, nesta época, Chico ainda era criança e sequer imaginava se tornar um dos maiores nomes da MPB. Chico só iria colocar a letra na música, em 1977, portanto, 30 anos após a música ser composta por Sivuca.

Chico Buarque colocou letra em várias músicas de parceiros famosos, como: Tom Jobim, Francis Hime, Milton Nascimento, Edu Lobo , dentre outros. Para explicar seu método para colocar letras em músicas, o compositor respondeu, em uma entrevista de 1988:

"Você tem que entrar na cabeça do compositor. Tentar adivinhar. Se você fosse ele, o que você estaria dizendo com aquela música...” e complementou com uma frase que repetiu algumas vezes - “Cada música tem uma história." Cada parceiro tem uma história” e citou alguns exemplos:

Para músicas de Milton Nascimento, ele procurava fazer letras com a cara do Milton, Já Tom Jobim, este gostava de interferir constantemente na criação da letra, muitas vezes o compositor de Desafinado já trazia uma idéia pronta, o que, segundo Chico, criava alguma dificuldade para compor, afinal, Tom também era um grande letrista. Francis Hime, ao contrário de Tom, nunca interferia no processo de composição, Chico chega a confessar que Hime sequer se preocupava em dar o título da música.

Na música João e Maria, uma valsinha que Sivuca compôs com uma linha melódica que prima pela singeleza e ingenuidade, Chico procurou transformar em um belo mundo infantil de faz de conta, e explicou os motivos:

"Cada música tem uma história. Eu tenho uma parceria com o Sivuca que é engraçada. Ele fez a música, que ficou se chamando João e Maria. Ele mandou uma fita com uma música que ele compôs em 1944, por aí. Eu falei: "Mas isso foi quando eu nasci." A música tinha a minha idade. Quando eu fui fazer, a letra me remeteu obrigatoriamente pra um tema infantil. A letra saiu com cara de música infantil porque, simplesmente, na fitinha ele dizia: "Fiz essa música em 47." Aí pensei: "Mas eu criança..." e me levou pra aquilo. Cada parceria é uma história."

João e Maria foi gravada por Chico em vários discos, uma das gravações foi feita com Nara Leão no LP "Meus amigos" , a música também foi um grande sucesso como trilha da novela "Dancin' Days", passada na TV Globo, em 1978.

Fontes: Site do Compositor Chico Buarque de Holanda
Livro 85 anos de Música Brasileira Vol. 2, 1ª edição, 1997, editora 34

João e Maria

Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você
Além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava um rock
Para as matinês

Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigada a ser feliz
E você era a princesa
Que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país

Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Sim, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade
Acho que a gente nem tinha nascido

Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo
Sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim

Jimmy Liao ...

Em julho de 2011 estava com minha amiga Joana em um encontro de narração na Fábrica da Pólvora em Barcarena - PT, quando nos apresentaram um livro de Jimmy Liao.
Havia apenas uma unidade e lembro como foi difícil fazer aquela compra, pois ambos gostamos do livro. Ficamos muito tempo sem tomar iniciativa nenhuma em relação a compra…

Penso que nossa reação foi tão visível que só conseguimos sair do encontro quando os dois estavam segurando seus livros hehehe… Com muito trabalho a turma do Bichinho de Conto (saudade desta família) deu o seu jeito milagroso. (a multiplicação de Jimmy Liao)

Desde então... E vendo outros livros, não deixo de emocionar-me com sua obra e com a força de sua ilustração. Aqui algumas para tomarem conhecimento do seu trabalho.

Jimmy Liao nasceu em Taipei, Tailândia, em 1958. Depois de se formar em Belas-Artes, atuou em empresas de publicidade por 12 anos até tornar-se ilustrador e escritor em tempo integral.

Em 1988, lançou seus primeiros álbuns ilustrados, que receberam excelentes críticas na China.

Hoje é um dos ilustradores- autores mais populares da Ásia. Muitos de seus livros foram traduzidos em países como Estados Unidos, França, Alemanha, Grécia, Coreia, Japão, e adaptados para cinema, televisão, teatro e animação.


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